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Aprendendo Inglês… por Ana (parte 1)

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Eu, como a maioria dos brasileiros, sentia que precisava começar pelo inglês, porque, afinal, a gente vê isso desde sempre na escola. Mas tinha um problema, eu não gostava. Achava difícil, achava chato. Acho que a gente tem essa impressão porque, na maioria das escolas, parece que passa ano, vai ano e ainda estamos aprendendo o verbo “to be”. Bom gente, tentei muitas coisas. Quando tinha 10 anos minha mãe me levava aos sábados pra assistir umas aulas de inglês junto com ela na Univali – Floripa. Naquela época eu era pequena, ia mais por diversão, então não passou disso. Um pouco maior, com uns 13 anos, minha mãe me matriculou em um curso do Sesi que usava o material didático Inter Change. Foi legal, fiquei lá 1 ano, mas mais uma vez não engrenou. Aos 15, vamos lá de novo, entrei em uma outra escola, a Word’s aqui de Curitiba (não sei se ainda existe… isso faz muito tempo né…to ficando mais madura vamos dizer… 😀 ). A equipe da escola era muito legal, as professoras eram esforçadas, mas mesmo depois de mais um ano de curso, ainda me sentia bem insegura. Parecia que eu não sabia nada além de vocabulário e o famoso verbo “to be”, que diga-se de passagem a essa altura você acha que só existe ele e quer colocá-lo em todas as frases, não importa o tempo verbal… hahaha. Resumindo acabei desistindo de novo. (Eu falei que não foi fácil eu me convencer a gostar do inglês). Bom, o tempo passou e eu cheguei a conclusão que a única forma de eu aprender seria na marra, e isso se daria através de um intercâmbio. Então quando eu tinha 18 anos e estava em dúvida sobre a faculdade que eu estava fazendo, resolvi trancar o curso e me jogar na terra do Tio Sam. Escolhi o programa de au pair. Nossa, fantástico! Vou chegar lá e vou ter que falar de qualquer jeito (até porque a minha fama é de falar pelos cotovelos). Mas aí você percebe que pra participar desse programa vai ter que falar ao telefone com as famílias, para que elas te contratem… Choque de realidade!!! Não tem como ir sem o mínimo de inglês… 😦 Está bem, não me desesperei. Marquei uma aula particular com uma amiga que aos 16 já era poliglota… (Paulinha, sou sua fã!) Aí na primeira aula ela me ensinou muitooooo, mais do que eu havia aprendido em todos aqueles cursos, e me disse que, infelizmente, estava cursando duas faculdades, portanto não ia conseguir continuar me dando aulas. Ela sugeriu que eu fosse conhecer o curso onde ela havia aprendido todos os idiomas, o Portella Idiomas. 

Bom, fui lá fiz uma aula experimental. Realmente, para quem precisa aprender um idioma de forma mais ágil lá é o lugar. Não vou mentir para vocês, o preço é um pouco mais caro que de outros cursos, mas vi que tinha encontrado ali a minha metodologia, e que valia um esforço a mais e investir nisso. Bora fazer hora extra no trabalho (nessa época trabalhava em um hospital, o Evangélico de Curitiba, aquele da doutora Virginia kkk). Tá, o papo está bom, mas não expliquei o que me deixou tão animada, né? Lá no Portella você não compra o curso básico, intermediário ou avançado. Você compra horas, o atendimento é individual e você marca as suas aulas conforme sua disponibilidade. Pode fazer isso horas antes de ir. Bom, pra mim foi uma excelente saída, porque além de eu ir pro curso somente quando eu estava descansada e disposta, ainda ficava fácil de conciliar com meu trabalho (eu era folguista na farmácia do PS, ou seja, trabalhava cada dia em um turno). Como lá no curso você bate cartão e ele que vai deduzindo suas horas, você pode ir e ficar meia hora, ou quantas quiser. 

Na primeira aula já aprendi 4 tempos verbais: passado, presente, futuro e condicional. Gente, é sério isso te permite criar frases com sentido hehehe… E lá eles forçam a escrita de textos e a oralidade. Enfim… Fiquei muito animada, e embora na época eu tivesse comprado 30 horas, não consegui concluir porque acabei fechando com uma família americana e tive que embarcar um pouco antes com 26 horas de curso. Mas o importante é que ali tive uma excelente base, que me ajudou muito a chegar nos EUA e não passar tanto perrengue. E foi assim que terminou a primeira parte da minha saga para tomar gosto pelo inglês.

Não, eu não estou falando que este curso é o melhor do mundo, para mim ele é. Mas, em essência, o que eu realmente acho importante, é você não desistir de achar o método ideal para você. E hoje posso dizer com experiência de causa, que se eu tivesse encontrado esta metodologia que realmente me motivou antes, eu teria voltado com um inglês ainda melhor. Sempre falo que sim, dá para viajar com inglês básico, porém é evidente que quanto melhor o nível na partida, maior o avanço quando você estiver vivendo ele no seu dia a dia. Se eu soubesse disso naquela época, talvez teria aguardado mais alguns meses e me preparado um pouco mais.

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